Novidade da BOA! Edição Limitada de Antárctica no Empório

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imagem da antarctica serigrafada

Você sabia que se não fosse pela Antárctica, talvez o samba tivesse morrido?

Para comemorar os 100 anos de samba, a BOA lançou a edição limitada de garrafas serigrafadas com trechos clássicos do samba:

“Sorriso no rosto, cerveja na mão e samba no pé”

“Se o morro vive de samba, eu vivo e morro”

“No samba a emoção nunca perde a razão”

(Veja mais detalhes da Antárctica Serigrafada aqui)

Para entender um pouco mais desse laço da Antárctica com o samba, é preciso voltar no tempo.

1979 foi um ano difícil para o samba. A influência da música internacional, ditadura e o boom da discoteca deixaram a diretoria do samba, sem dinheiro e na pior. Preocupado com os amigos do samba, João Nogueira – um grande compositor sambista, fez um movimento de resistência, abrindo as portas de seu quintal de casa para rodas de samba, chamando Martinho da Vila, Beth Carvalho, Alcione, Clara Nunes e claro, a Antárctica!

A BOA fazia parte dessa Diretoria com os copos da marca para servir a cerveja que gelava nos baldes da Antárctica, ou então com o casco da garrafa usado como batuque.

O plano era fazer uma roda de samba a cada 15 dias, mas no fim teve samba todo dia!

Nos anos 80, depois de algumas mudanças, o clube fazia o tanto sucesso no RJ que se formavam filas nas portas para fazer parte do samba, desbancando as músicas estrangeiras e baladas da região, ou seja, o samba reviveu!

A long neck eterniza a paixão da BOA pelo samba nesta impressão feita minuciosamente pelo processo de serigrafia – depois de aplicada a tinta, os objetos são aquecidos para que a pigmentação passe a fazer parte deles.

(Você pode comprar uma delas nesse link)

O Samba

A história do samba começa no séc XIX. Muitos negros vieram de outras regiões do país para o RJ, sobretudo a Bahia, e trouxeram com eles a influência das rodas de samba com mistura do batuque africano com a polca e o maxixe.

O samba remete à diversão e à festa e, antigamente, era uma batalha entre especialistas do gênero para ver quem improvisava os melhores versos nas rodas de samba, o que determinou a essência do samba carioca.

Graças a essas rodas de samba, que por outro lado eram uma resistência das músicas internacionais, surgiu o clube do samba.

O clube eram sessões de rodas na casa de pessoas, como a Tia Ciata – apelido carinhoso de Hilária Batista de Almeida, uma quituteira baiana, introdutora e influente do samba no RJ, e João Nogueira, grande cantor e compositor brasileiro do samba.

No séc XX, o samba se tornou o gênero musical popular dominante nos subúrbios, e depois nos morros do RJ. Dois sambistas ficaram muito conhecidos nesse contexto: João da Baiana e Donga, que registrou o primeiro samba em gravadora chamado “Pelo Telefone” – em 1916.

A partir dos anos 1930, o samba ganhou grandes espaços na indústria fonográfica. Veja abaixo os tipos de samba que se fundiram no país:

Samba-Canção:  Surgiu em 1920, com ritmos lentos e letras sentimentais e românticas.

Samba de Partido Alto: Com letras improvisadas, fala sobre a realidade dos morros e das regiões carentes.

Samba-enredo: Surgiu no RJ no ano de 1930. O tema da música, geralmente social ou cultural, é escolhido pela escola de samba. E isso define toda a coreografia e cenografia utilizada para o desfile.

Samba-exaltação: Com letras patrióticas, ressalta maravilhas do Brasil, com acompanhamento de orquestra. Ex: Aquarela do Brasil, composto em 1939.

Samba de Gafieira: Criado em 1940, tem acompanhamento de orquestra. Sua parte instrumental é forte e rápida. Muito utilizado para danças de salão.

Samba-carnavalesco: São marchinhas e sambas feitos para dançar e cantar nos bailes carnavalescos.

Samba de Breque: É um estilo de samba onde tem pausas rápidas para incluir comentários do cantor com caráter crítico ou humorísticos no meio da música.

Sambalanço: Surgiu em 1950 em boates de SP e no RJ. Com influência do Jazz, também pode misturar elementos de outros estilos.

Pagode: Por incrível que pareça, pagode é um estilo de samba. Nascido em 1970, tem um ritmo repetitivo e utiliza instrumentos de percussão e sons eletrônicos. Suas letras são simples e românticas.

Para colecionar essa história, o Empório trouxe Antártica Serigrafada: “Sorriso no Rosto, Cerveja na Mão e Samba no Pé”:

imagem antarctica serigrafada

Imagem da Antárctica Serigrafada

 

Mas cuidado para não sambar e perder a sua unidade, pois a edição é limitada!

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2 comments

  1. Mahima Aggarwal 6 março, 2017 at 03:44 Reply

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